sábado, 26 de março de 2011

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles é o novo filme de Bridget Moynahan

Bridget que interpreta Erin em Blue Bloods estréia nos cinemas brasileiros com o filme Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles. 


 A Batalha de Los Angeles trás um bom elenco composto por: Aaron Eckhart (Batman - O Cavaleiro das Trevas), Michelle Rodriguez (Resident Evil - O Hóspede Maldito), Ramón Rodríguez (Transformers: Revenge of the Fallen), Ne-Yo e outros. E um enredo não tão novo de invasões alienígenas pra mim o gênero dele é Ficção científica e Guerra; porque mostra-se a invasão através do olhar dos fuzileiros navais que são chamados a combatê-los. A principio ele atiram e lutam contra o desconhecido não sabem de onde vêm as balas e em quem estão atirando, mas ao longo do filme descobrem que se trata de alienígenas robôs, não vou ficar contando detalhes do filme não por causa de quem não viu.

Entanto estava vendo o filme até lembrei de Transformers e Skyline – A Invasão, mas acho que é um filme que não trás nada de novo além da beleza da fotografia e dos efeitos especiais; o roteirista do filme é Christopher Bertolini e o diretor é Jonathan Liebesman e foram competentes no trabalho,  mas essa história sobre invasão alienígena esta precisando ser reinventar pois a forma de contá-las nos filme se parecem muito.   

Bridget só aparece no meio do filme, junto com a Michelle Rodriguez. Ela é uma veterinária que ajuda os fuzileiros a encontrar um ponto fraco nos robôs alienígenas para matá-los de forma mais eficaz. 



*Foi realizado um painel no Comic-Con 2010 sobre o filme:


Post in: Omelete

 Foi no Comic-Con 2010 em que foi passado o primeiro trilher sobre o filme e os atores Aaron Eckhart e Michelle Rodriguez falaram um pouco sobre o filme.


*Postes do filme:









*Entrevista com Michelle Rodriguez

 

 

Post in: Omelete
Como você está hoje?
Eu estou ótima, brother.

É engraçado conversar com você desse modo. Eu tento fazer alguma graça nas primeiras perguntas que faço. E a pergunta que eu fiz para todos foi: se você cantasse no karaokê - e nós sabemos que você canta - qual seria a música que você cantaria o tempo todo?
"My Funny Valentine"

Acho que as pessoas ficariam surpresas se soubessem que você arrebenta.
É claro que eu arrebento. É porque eu tenho uma voz bem grave. E a única coisa que eu consigo cantar é jazz.

Acho que você consegue mais. Mas vamos falar do filme e deixar as coisas assim... Eu me diverti muito nesse filme. Quando assina contrato para o papel, você nunca sabe como o filme será no final.
Correto.

Mas quando você finalmente viu o filme como você o comparou com o que achou que seria quando aceitou o papel?
Cara, meu fã-clube, a base geek do meu fã-clube está crescendo. Eu tenho que ser verdadeira e não usar de falsidades. Então, quando encontrei Jonathan pela primera vez, logo perguntei: Como serão esses aliens e como eles entram na história? Como na primeira cena: "Como se atira nesta coisa?". Quando acabou de mostrar isso, também me mostrou um curta que fez com Aaron. Foi assim que ele conseguiu o dinheiro para financiar o filme. Eu comecei a ficar interessada por causa dessa pegada meio documentário do filme. É microcósmico. Você acompanha este pelotão num evento épico e de tamanho apocalíptico. E ao mesmo tempo está focada nas relações das pessoas deste pequeno grupo. E o modo documental, como se fosse filmado em primeira pessoa, me fez ver que não era só um filme que explodia o letreiro de Hollywood e essa coisa épica de... vamos explodir tudo, usar todas as armas grandes, e fazer um grande show de luzes Para mim, isso é só um filme-pipoca, não há nenhum tipo de conteúdo nisso. Quando ele me contou o modo como queria fazer o filme, eu aceitei imediatamente, pois eu sabia que seria fantástico. Porque ele tinha uma visão muito específica de como mostrar isso. Bem no estilo "Falcão Negro em Perigo", com tiro em primeira pessoa.

Você já trabalhou com cineastas fenomenais. Quanto tempo você fica observando e aprendendo tudo o que eles fazem, para o dia que você for dirigir?
Sou uma esponja, cara. Uma esponja.

Então eles são sua inspiração, você quer ser...
Escrever. Eu quero escrever e produzir. Não tenho interesse no grande cargo que é dirigir. Acho que é preciso ter habilidades únicas para se fazer isso e eu não tenho certeza se sou a pessoa certa para isso. Eu sou muito insistente. Então, provavelmente levaria uns 20 anos para eu fazer um filme. Eu levei 10 anos só pra escrever. E olha que foi por isso que eu entrei nesse ramo. Com certeza eu sou muito insistente.

Eu tenho de terminar, mas gostariade saber como foi o treinamento militar e como você se prepara para seus papéis?
Eu dou 150% de mim nas preparações, embora não tenha disciplina na vida real. Então, quando aparece uma oportunidade de aprender disciplina eu me apego a ela. Com essa coisa de treinamento militar, eu tentei dar uma escapada. Era terrível, 45 graus lá fora e eu acordando todo dia às cinco da manhã. Mas para os garotos foi ainda mais difícil, sabe... Eles tiveram que ficar olhando pra cara um do outro o tempo todo e também tiveram que montar a própria tenda e ficar acampados por três semanas. E eles comiam aquelas rações. Aquilo é horrível, cara... Mas eu fiz todas as flexões e agachamentos. Também corria três quilômetros todo dia. Treinar das cinco às cinco da tarde, desmontando armas e montando de novo. Treinamos infiltrações em prédios e tocaias. O treinamento foi útil quando ficamos num calor dos diabos e com 40 quilos de equipamento por quatro longos meses. Entende o que digo? Quatro meses... Caos.

Vendo pelo lado positivo, isso fica incrível na tela.
Sim, esta é a recompensa. Obrigada!

Eu tenho que terminar, mas foi muito bom ver você.
Sim, faz tempo que não te vejo...

 *Entrevista com Aaron Eckhart

 Post in: Omelete


Você passou o dia com a imprensa hoje, o que nunca é fácil, então vou começar com duas perguntas divertidas - ou não, quem sabe? Alguém no Twitter me contou que você também é fotógrafo. Você já fez alguma exposição? As pessoas querem saber...
Ainda não, mas farei. Eu fiz muitos anos de fotografia nas ruas. Eu trago câmeras ao set, e levo câmeras comigo. Por exemplo: no último Natal eu coloquei minhas câmeras no carro, junto com minha prancha de surf, minha bicicleta e fui para o norte surfar, andar de bicicleta e tirar algumas fotos. Eu tenho umas fotos muito interessantes. Eu paro no acostamento e tiro fotos de pessoas e outras coisas... Eu farei uma demonstra...Como é o nome? Demonstração?

Exposição.
Exposição! Um dia... Quero fazer uma daquelas viagens ao Pólo Norte, ou algo assim...

Eu entendo. Essa é uma pergunta mais divertida: Karaokê. Você canta em karaokês? Quais são suas músicas?
Se eu cantasse em karaokês, a música seria "Fat Bottomed Girls", do Queen.

Boa.
Pois é. Essa ficaria legal. Mas eu não cantaria.

Agora você está desistindo... Vamos falar um pouco do filme... Você estava fantástico nele. E falo com sinceridade.
Obrigado.

Quando você finalmente viu o filme, como foi comparar com o que você achou que seria?
Eu fiquei bastante feliz de participar e ver que o filme tinha um estilo de documentário. Nós sentimos que estávamos numa guerra, e eu sei que conseguimos boas cenas. Como vai ser na bilheteria? O que eu sinto das pessoas... elas sentem que é um bom filme, que é divertido. Mas nós demos o sangue por esse filme, cara. Nós realmente demos sangue para tornar o filme real e para as pessoas se importarem com o personagens.

Você pode contar como foram os ensaios? Eu sei que você fez treinamento militar... O que seria algo que deixaria as pessoas muito surpresas em aprender?
Que nós ficamos no personagem... Que nós fomos para o treinamento militar e que treinamos juntos, dormimos juntos, comemos juntos, tomamos banho juntos, enfim, fazíamos tudo juntos. Tudo era compartilhado e tudo era igual para todos. Foi pesado para alguns caras. Alguns deles até choraram. Alguns não aguentaram. Nós tinhamos que confiar e tomar conta uns dos outros. Foram 12 atores que fizeram treinamento militar e quando acabou éramos uma coisa só. Nós tentamos honrar e respeitar a Marinha dos Estados Unidos e os fuzileiros navais, tendo o máximo de eficiência e perfeccionismo, e mostrando que eles são durões. Acho que conseguimos isso. Nós fechamos muitas ruas e estradas para filmar. Então, o que você vê no filme aconteceu de verdade, entende? Temos bombas explodindo, helicópteros caindo em estradas. Às vezes, atirávamos 20 mil balas por dia.

Isso é insano.
Insano! Insano. Como na emboscada em que fomos para uma casa. Nós estávamos em Shreveport ou Baton Rouge, na época filmamos em Louisiana. Nós atiramos 20 mil balas naquele dia. Lá dentro... Foi um dos dias mais divertidos da minha vida. Parecia que tínhamos munição ilimitada. Mas também há emoção neste filme. Há problemas que devem ser resolvidos internamente, como personagens cheios de dúvidas sobre si mesmo, ou vergonha de, certa vez, ter desapontado um grande líder. Um outro oficial perdeu o irmão na guerra e agora tem que enfrentar esses demônios... Há muito mais coisas envolvidas do que somente um filme de guerra alienígena.

Eu tenho que terminar, mas uma rápida pergunta: se você fosse voltar amanhã pra Louisiana, o que você faria por lá?
Hmmm... vejamos... eu vou correr ao redor do lago da Universidade Estadual de Louisiana. Eu gostava de fazer isso quando voltava do trabalho. Eu gostava de Baton Rouge, eu gostava de ir para Nova Orleans ou Shreveport. Talvez eu vá a um jogo de futebol americano no ano que vem...

Muito obrigado e parabéns pelo filme.
Eu que agradeço.

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