segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Fringe: Entrevista com Anna Torv na Icultgen





No dia 17 de setembro, a Fox americana estará retornando com o drama “Fringe” para uma segunda temporada eletrizante, pois continuará a explorar os fenômenos não explicados e as ocorrências aterrorizantes conectadas no mundo todo e conhecidas como “The Pattern” (“O Padrão”), em busca de uma Verdade maior e mais chocante.

A “Fringe Division” do FBI (sendo ‘Fringe’ um termo utilizado, em inglês, para a ciência que fica no limiar entre a ciência e o inexplicado foi formada quando a Agente Especial Olivia Dunham (Anna Torv) foi buscar a ajuda do “fringe scientist” Walter Bishop (John Noble) (que estava em uma instituição mental) e seu filho, Peter (Joshua Jackson), com o intuito de salvar seu parceiro e amante de uma morte traumática e indescritível. Desde então, a equipe de Fringe imagine e realiza testes com o impossível, enquanto investiga eventos inacreditáveis, crimes bizarros e casos misteriosos, envolvendo teletransporte, reanimação, mutação genética, precognição, inteligência artificial e, agora, realidades paralelas.

A estrela da série, Anna Torv, conversou com a imprensa sobre como a Segunda Temporada promete responder a várias perguntas, assim como trazer novas à tona,  enquanto a dinâmica entre os três personagens principais continuará a ser desenvolvida e alternada.

Como as experiências de sua personagem com Walter e Peter mudam na segunda temporada?

Creio que seja impossível de se negar que Walter e Peter sejam A equipe, ao passo que Olivia seja mais uma pessoa singular. Quanto mais obtemos informações a respeito destes testes com drogas que aconteceram e as habilidades que ela continua a descobrir que tem, percebe-se que o parceiro de Olivia é o Padrão – é a ele que ela está conectada.

O que deve ser o Padrão?

Bem, não temos certeza ainda. No momento, é realmente apenas um padrão de eventos que esta equipe vem investigando. Quanto mais fundo eles vão, os mesmos nomes vão surgindo, mas ainda não temos bem certeza. Eis o mistério.

De que maneiras Peter estará mais envolvido nesta temporada?

Neste ano, Peter começou a acompanhar Olivia em certas viagens, sendo assim, ele está fazendo mais do que fazia no ano passado.

Você acha que eles estão tentando levar os personagens de vocês a um romance?

Não sei. Não tenho certeza. Não sei como podem fazer isso. Olivia passou a primeira metade da última temporada superando a perda de John Scott (Mark Valley, marido da atriz na vida real) e, depois, na segunda metade, Peter estava saindo com a irmã dela. Então creio que temos pelo menos metade desta temporada para chegarmos a um ponto em que haja uma base para um relacionamento.
Qual sua crença pessoal em eventos sobrenaturais nesta série?

Acho que há elementos de coisas em que penso um pouco mais do que em outras.

Você alguma vez sentiu medo de coisas debaixo da cama, quando era criança?

Eu tinha medo de muito gore. Sempre tive medo de sangue.

Trabalhar nesta série despertou um interesse em você na “fringe science”?

Eu amo o aspecto do universo paralelo e adoro o lance dos cenários oníricos, entrar na mente de alguém em uma experiência induzida por uma droga. “Strange Days” foi, realmente, um grande filme. Sempre me interessei neste lado dessas coisas, mas não tenho nenhum interesse curioso em autópsias. Acho que ou você gosta ou não.

Você teve de fazer algo para ficar pronta para o papel nesta temporada, como fez na passada?

Não. Isso foi bom, pois não trabalhei muito no primeiro episódio nesta temporada. Simplesmente cheguei e trabalhei durante dois dias, assim, tive tempo de explorar Vancouver, o que foi bem agradável.

Seu marido, Mark Valley, terá a própria série dele neste ano, “Human Target”. Há alguma chance de um retorno dele a “Fringe”? Como é estar no set sem ele?

Não acho que o personagem dele voltará. E, de qualquer forma, ele não ficava muito por perto, até mesmo quando estava aqui, de modo que é meio que a mesma coisa.

“Human Target” será filmado em Vancouver também?

Sim.

Há algum lugar aonde você gostaria de ver sua personagem ir, ou algo que gostaria de explorar?

Adora as coisas do universo paralelo e eu disse a todo mundo que adoraria fazer o papel da “outra” Olivia e completamente virá-la do avesso. Isso seria muito divertido.

Você conseguiu fazer algum projeto neste meio tempo?

Não. Tivemos um intervalo muito curto entre a primeira e a segunda temporada. Mudamos de casa, voltamos para a Austrália, vi minha família e depois estávamos de volta e começou o trabalho.
Você já havia se mudado para os Estados Unidos quando fez o teste para este papel?

Não.

Como encontraram você?

Eu estava morando em Londres, mas fiz o teste para o papel na Austrália. Eles fazem bastantes testes em diversos países.

E, então, você se mudou para lá logo que conseguiu o papel?

Yeah!

O que você acha daqui?

Eu acho o máximo. Mas, estamos filmando no Canadá agora. Ficamos sempre em mudança…

Como é trabalhar com Leonard Nimoy no set?

Extremamente legal. Infelizmente, o set não estava muito “cool” (fresquinho) quando ele estava lá – havia uma onda de calor em Vancouver.

Devido ao fato de que muitas mulheres jovens vêem este papel como de uma mulher forte que resolve seus próprios problemas, você sente que tem de ser um bom modelo exemplar para elas?

Uau! Não sei responder a isso. Não sei se digo “sim” ou “não”. Sinto pressão? Não. Acho ótimo que tenhamos este modelo exemplar? Sim. Esta é minha responsabilidade? Sim.

Na última temporada, houve momentos realmente de dar arrepios, quando Olivia entra no tanque dentro d’água. Vocês vão usar aquela câmara cada vez mais?

Eu queria que ela ficasse realmente viciada em tudo aquilo, o que a tornaria um modelo não muito exemplar, se ela ficasse no laboratório, injetando a si mesma.

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